..fazer 32 anos e sinto-me como se tivesse 19.
segunda-feira, 12 de setembro de 2022
quarta-feira, 7 de setembro de 2022
Quase..
..quase dois anos se passaram desde a última vez que aqui escrevi. e que falta me faz escrever! porém a preguiça e o caos vencem e acabo por guardar tudo para mim. irei tentar modificar isso.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
terça-feira, 7 de julho de 2020
escrever..
Devia escrever mais, bem sei.. mas a preguiça tem ganho sempre.. mas será realmente preguiça ou medo de mim mesma? Medo de enfrentar aquilo que realmente me atormenta, eu mesma..
Não sei explicar, nunca fui boa a explicar coisas, excepto a ensinar violoncelo. Isso posso afirmar que sou boa. Devia escrever para me compreender melhor, ajudar a desembaraçar este novelo de ideias, pensamentos e tudo e mais alguma coisa. Mas não, limito-me a ver as coisas a passarem, tal como um viajante a vislumbrar pela janela de um comboio o mundo lá fora. Ele vê mas nada pode fazer pois o comboio não pára quando ele quer. Ele não tem controlo. E eu sinto um pouco isso também, sinto não estar a conseguir ter o controlo que tencionava na minha vida. Sinto tudo a ir muito rápido e eu não estou a conseguir acompanhar. Depois tento esconder-me do mundo e das pessoas, mas estas perseguem-me de tão presentes que estão. E eu assusto-me e fico a querer estar sozinha. Seria mais fácil, teria que lidar apenas comigo e eu isso sei que consigo. Seria menos cansativo, haveria mais liberdade. Contudo não haveria amor. Mas que raio é o amor, é suposto sentirmos o quê? Borboletas na barriga como dizem os filmes? Mas como? Eles comem mesmo borboletas? Não entendo isso. Sinto tudo menos borboletas, sinto uma montanha russa de porcos-espinhosa sem fim à vista. Não entendo o amor. Como é que sabemos que já chegámos? Não faço ideia.. Será o amor igual para todos?
sábado, 14 de março de 2020
até quando..
até quando a nossa enorme compreensão pelos outros ultrapassa os nossos limites? ou serão esses limites extensíveis e na realidade nunca sabemos o nosso limite?
quinta-feira, 12 de março de 2020
ninguém
ninguém nos ensina que o amor não é apenas amor. ninguém ensina que a ansiedade aumenta porque a nossa atenção passa a estar ligada ao outro. ninguém explica que precisamos de aumentar a nossa paciência porque as ideias do outro nem sempre estão de acordo com as nossas. ninguém explica que, quando a vontade de desistir aparece, é nesses momentos que o amor em si espreita. espreita muito tímido e com medo do que vá acontecer. mas aparece e são esses momentos em que o amor tem que ser superior.
quinta-feira, 5 de março de 2020
...
- no outro dia dei por mim a pensar num namorado que tive no final de 2008 e início de 2009. parece há tanto tempo e que foi noutra vida!
- e já passou algum tempo. passaram-se doze anos. doze anos já é um número considerável.
- tenho saudades sabes. estou bem agora, não me interpretes mal, mas naquela altura era tudo tão inocente, tão puro, tão simples e complexo ao mesmo tempo. agora é diferente.
- hmm.. não sei se compreendo bem.. agora é diferente como? continuas a ser tu Mariana..
- sim, sou eu, mas as coisas agora são diferentes, eu estou diferente. continuo com o meu lado de criança mas grande parte em mim parece ver uma realidade diferente, mais pesada, já sem inocência, também não sei explicar bem..
- hmm.. acho que é normal, estás mais velha, estás a atingir o auge de ser adulta. começas a ganhar perspectivas diferentes..
- sim, eu sei isso tudo mas tenho saudades.
- na altura nem tinhas consciência que irias ter saudades. acho que tens que assumir que as coisas agora são diferentes. mas não é por isso que deixam de ser boas, continuam a ter todas uma pequena magia. mas o teu eu tem que procurar para encontrar, o teu eu, ao ser adulto, começou a ir para debaixo de outras coisas. precisas de voltar a querer mesmo. precisas de acreditar que é possível. só depende de ti.
- é..
- e já passou algum tempo. passaram-se doze anos. doze anos já é um número considerável.
- tenho saudades sabes. estou bem agora, não me interpretes mal, mas naquela altura era tudo tão inocente, tão puro, tão simples e complexo ao mesmo tempo. agora é diferente.
- hmm.. não sei se compreendo bem.. agora é diferente como? continuas a ser tu Mariana..
- sim, sou eu, mas as coisas agora são diferentes, eu estou diferente. continuo com o meu lado de criança mas grande parte em mim parece ver uma realidade diferente, mais pesada, já sem inocência, também não sei explicar bem..
- hmm.. acho que é normal, estás mais velha, estás a atingir o auge de ser adulta. começas a ganhar perspectivas diferentes..
- sim, eu sei isso tudo mas tenho saudades.
- na altura nem tinhas consciência que irias ter saudades. acho que tens que assumir que as coisas agora são diferentes. mas não é por isso que deixam de ser boas, continuam a ter todas uma pequena magia. mas o teu eu tem que procurar para encontrar, o teu eu, ao ser adulto, começou a ir para debaixo de outras coisas. precisas de voltar a querer mesmo. precisas de acreditar que é possível. só depende de ti.
- é..
21:49
não escrevo há imenso tempo. demasiado tempo. faz-me falta mas a apatia teima em ser maior.
talvez me tenha que obrigar a começar para a coisa fluir. não sei. parece que quando tento escrever os pensamentos bloqueiam e não sai nada de jeito.
talvez me tenha que obrigar a começar para a coisa fluir. não sei. parece que quando tento escrever os pensamentos bloqueiam e não sai nada de jeito.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
amanhã..
vou novamente a Londres. Fui pela primeira vez a Londres há cerca de dois anos. Já com ele e amanhã regresso novamente com ele. Desta vez mais juntos que nunca.. A vida dá imensas voltas..
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