sexta-feira, 30 de outubro de 2015

13:48

- Dá-me um beijo.

- Porquê?

- Porque me apetece e porque gosto dos teus beijos.

- Não dou. Vais ficar o fim de semana todo à espera. Apenas te dou um beijo na cabeça quando sair.

13:46


não há regras. apenas uma: não te apaixones por mim. não te ligues a mim mais do que o essencial. não esperes por um beijo durante o dia mas também não te deixo de cumprimentar. não esperes abraços nem cenas semelhantes. mas enrolo-te cigarros quando pedires. e mostro-te jazz, isso sempre. e dou-te um beijo na cabeça quando sair do comboio.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

23:32

segue-se então um cigarro. ou melhor, segue-se então o processo de fazer um cigarro. os gestos já tão automatizados enraizados através do hábito enquanto tu ficas a observar. a observar os movimentos e a pensar no que já foi teu mesmo não tendo sido. e pensas também neste acaso que se tornou caso.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

de ontem.

Ontem toquei contrabaixo e safei-me minimamente. Estou orgulhosa.

daquelas coisas que ouço

No outro dia disseram-me não te apaixones por mim. Nem era minha intenção pensar em tal coisa.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Affection - Cigarettes After Sex


daquelas coisas parvas.

este podia ser mais um daqueles textos todos bonitos onde sem querer, mas querendo, escrevo com base nos meus pensamentos e sensações sobre uma pessoa. podia ser, podia dizer muitas coisas aqui. mas bolas, não vai ser.

Este texto tanto pode retratar a verdade como a mentira.

Lisboa. se tivesse que resumir numa palavra o que tenho passado aqui seria: viver. mas viver a sério, a experimentar coisas nunca antes tentadas, conhecer, sair da minha zona de conforto. arriscar. ouvir jazz, ver jazz, sentir jazz, conhecer músicos de jazz. beber cerveja, fumar cenas, dormir fora de casa, dormir dentro de casa, quase não dormir, ouvir foi preciso aparecer um puto de xx para te ensinar a foder, começar a noite num sitio e terminar numa rua manhosa, ser quase obrigada a dançar com um desconhecido manhoso, ouvir conversas típicas de rapazes, lembrar-me dos tempos do secundário onde isso também acontecia, partilhar, experimentar, e imensas cenas. e muito ainda fica por dizer pois claro.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A vida..

.. de um músico de jazz é qualquer coisa de extraordinária, surreal e imprevisível. Muito bom.

domingo, 11 de outubro de 2015

Ainda sobre o post anterior

Sempre soube que com o D. era tudo assim, inesperado. Tal e qual como a maneira como nos conhecemos: inesperada, totalmente por acaso. E tudo começou devido à maneira como o saco da guitarra dele estava disposto. Estava a terminar de subir as escadas para chegar à linha três e pareceu-me avistar o saco (não será a palavra apropriada) de um trombone. E depois pronto, ser músico aproxima as pessoas e foi o que aconteceu. Falar de música, trocar nomes. O facebook ajudou pois claro. Depois sucederam-se os acontecimentos que registei aqui no blog, no ano passado.
 

Daqueles telefonamas totalmente inesperados *

*ainda mais inesperados por ter sido a uma bonita hora, por volta da meia noite.

Eu estou num casamento, estou um bocado bêbado mas lembrei-me de ti e vim cá fora e liguei.

 (...)


Eu sei que a gente tem que falar de tudo e mais alguma coisa, até sobre música. E a gente vai falar, na altura certa.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Daquelas coisas.

Como é que te chamas?
Mariana.
Não leves a mal se na próxima semana não me lembrar do teu nome. Sou péssimo com nomes.
Não há problema.
(...) passado uma semana..
Então, ainda te lembras do meu nome?
Sim! Mariana!

Das coisas que me dizem

Tens que aprender a dançar por entre os problemas.