Estou oficialmente de semi-férias (um músico nunca tem mesmo férias -.-' )!
Além disso passei para o 3º ano com as disciplinas todas feitas :D
Ah, momento de orgulho :D
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Horas
Há já algum tempo que tenho vindo a acreditar que quando vemos as horas e elas são iguais (ex: 22:22) alguém gosta de nós. Pode não significar nada, pode parecer estúpido mas, no fundo conforta-me um bocadinho acreditar que alguém poderá gostar de mim. :)
domingo, 17 de julho de 2011
Acerca do relógio...
O meu pai disse:
- O relógio de Braga vai parar, não tem corda. Deve ser aflitivo. É como uma pessoa que quer comer e não pode. Coitado.
- O relógio de Braga vai parar, não tem corda. Deve ser aflitivo. É como uma pessoa que quer comer e não pode. Coitado.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Pois...parte II
Em relação ao telemóvel: deixei de olhar para ele de 5 em 5 minutos. Não, não voltou a tocar mas também deixei de me preocupar com isso. O melhor mesmo é não esperar nada para não criar falsas expectativas!
terça-feira, 12 de julho de 2011
10:57
Sou boa pessoa (para quem gosto e para quem merece, quando quero também consigo ser má!) logo espero também que as outras pessoas sejam como eu. Não são. Daí resultam as malditas expectativas e depois as desilusões.
Não há pessoas como eu. (pelo menos ainda não encontrei)
Não há pessoas como eu. (pelo menos ainda não encontrei)
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Pois...
Nota: Olhar de 5 em 5 minutos para o telemóvel não vai fazer com que ele toque.
(infelizmente)
(infelizmente)
:D
Haverá maior felicidade do que provocar a felicidade dos outros de quem gostamos imenso?
É uma sensação fantástica!
É uma sensação fantástica!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
12:02
-Sabes, cheguei a uma conclusão - afirmou ela com convicção.
- Ai sim? Qual foi? - perguntou ele curioso. Tinha sempre curiosidade em saber o que ela ia dizer. Gostava de a ouvir divagar pelos mais diversos assuntos mesmo que ele não a percebesse por completo.
- Não são as pessoas que controlam a vida.
- Não? São são! Isso é muito discutível. - retorquiu ele.
- Sim mas, não entrando pelo lado religioso, não são as pessoas que controlam totalmente as suas vidas. É certo que controlam sempre uma parte mas não na totalidade. - argumentou ela.
- Mau, são sim, eu faço aquilo que quero, eu consigo controlar. Se quero ir à praia vou à praia, se quero ir fazer compras vou fazer. - ele tentou justificar-se porém sem já ter a certeza do que dizia. Ela confundia-o, fazia-o pensar e questionar-se sobre as mais diversas coisas.
- Sim, mas isso é a pequena parte que cada pessoa controla - disse ela vagamente com o olhar perdido no horizonte.
- Então explica a tua ideia que já estou a ficar confuso! - pediu ele.
- É o tempo que controla a vida das pessoas. Ora pensa, temos calendários que mostram os anos, os meses e os dias, temos relógios que mostram as horas, os minutos e os segundos. Somos controlados inconscientemente pelo tempo. Estamos sempre "a correr". Ora estamos atrasados ou adiantados. Temos horários, obedecemos a horários. Vivemos conforme o tempo. - tentou explicar ela.
- (...) - ele não conseguiu dizer nada, estava demasiado absorto no que ela dissera.
- E se não houvesse relógios e calendários? Tudo bem que se calhar ia haver mais desorganização. Mas pensa que podias ter a idade que quisesses e aparentasses. Eu por exemplo podia perfeitamente dizer que tenho 15 anos e todos iriam acreditar porque pareço mesmo ter essa idade em vez dos meus 20 anos. Iriamos ser mais livres, sem preocupações de estarmos atrasados ou adiantados. A vida não seria uma correria tão grande!
- Hmm, Talvez, mas não sei se gosto dessa ideia. Gosto de saber as coisas, de ter tudo organizado. - duvidou ele.
- Oh, mas tu és calhau, estás demasiado habituado às coisas! - resmungou ela.
- -.-'
- É verdade, as pessoas complicam muito. Era tão mais fácil se não houvesse a contabilização do tempo. Nem sequer haveria aquela história em que o mundo vai terminar em 2012! - disse ela.
- Epá, não sei, tenho as minhas dúvidas. - disse ele um pouco a medo da reacção dela.
- Oh, fica com as tuas dúvidas. Calhau! - amuou ela.
(...)
- Ai sim? Qual foi? - perguntou ele curioso. Tinha sempre curiosidade em saber o que ela ia dizer. Gostava de a ouvir divagar pelos mais diversos assuntos mesmo que ele não a percebesse por completo.
- Não são as pessoas que controlam a vida.
- Não? São são! Isso é muito discutível. - retorquiu ele.
- Sim mas, não entrando pelo lado religioso, não são as pessoas que controlam totalmente as suas vidas. É certo que controlam sempre uma parte mas não na totalidade. - argumentou ela.
- Mau, são sim, eu faço aquilo que quero, eu consigo controlar. Se quero ir à praia vou à praia, se quero ir fazer compras vou fazer. - ele tentou justificar-se porém sem já ter a certeza do que dizia. Ela confundia-o, fazia-o pensar e questionar-se sobre as mais diversas coisas.
- Sim, mas isso é a pequena parte que cada pessoa controla - disse ela vagamente com o olhar perdido no horizonte.
- Então explica a tua ideia que já estou a ficar confuso! - pediu ele.
- É o tempo que controla a vida das pessoas. Ora pensa, temos calendários que mostram os anos, os meses e os dias, temos relógios que mostram as horas, os minutos e os segundos. Somos controlados inconscientemente pelo tempo. Estamos sempre "a correr". Ora estamos atrasados ou adiantados. Temos horários, obedecemos a horários. Vivemos conforme o tempo. - tentou explicar ela.
- (...) - ele não conseguiu dizer nada, estava demasiado absorto no que ela dissera.
- E se não houvesse relógios e calendários? Tudo bem que se calhar ia haver mais desorganização. Mas pensa que podias ter a idade que quisesses e aparentasses. Eu por exemplo podia perfeitamente dizer que tenho 15 anos e todos iriam acreditar porque pareço mesmo ter essa idade em vez dos meus 20 anos. Iriamos ser mais livres, sem preocupações de estarmos atrasados ou adiantados. A vida não seria uma correria tão grande!
- Hmm, Talvez, mas não sei se gosto dessa ideia. Gosto de saber as coisas, de ter tudo organizado. - duvidou ele.
- Oh, mas tu és calhau, estás demasiado habituado às coisas! - resmungou ela.
- -.-'
- É verdade, as pessoas complicam muito. Era tão mais fácil se não houvesse a contabilização do tempo. Nem sequer haveria aquela história em que o mundo vai terminar em 2012! - disse ela.
- Epá, não sei, tenho as minhas dúvidas. - disse ele um pouco a medo da reacção dela.
- Oh, fica com as tuas dúvidas. Calhau! - amuou ela.
(...)
95:31
O rapaz misterioso deixou de ser misterioso. Não sei salte de contente ou se fique menos contente por ele ter perdido o mistério.
45:31
Hoje tenho saudades da cidade do Porto. Hoje as saudades bateram à porta e eu estava distraída e deixei-as entrar.
Tenho também saudades das pessoas do Porto. Tenho, ainda, por incrível que pareça, saudades de me perder no Porto.
Porto é vida, são vidas vividas numa linha continua e imaginada presente e ausente na intemporalidade intemporal do tempo.
Tenho também saudades das pessoas do Porto. Tenho, ainda, por incrível que pareça, saudades de me perder no Porto.
Porto é vida, são vidas vividas numa linha continua e imaginada presente e ausente na intemporalidade intemporal do tempo.
84:31
Falta a metade. Falta, não quero admitir mas falta. E há dias que faz mais falta que outros. Hoje é dos dias que faz falta. É só mais um dia, depois passa e deixa de fazer tanta falta. É uma questão de hábito. As pessoas têm uma coisa boa (que às vezes também é má) que é habituarem-se facilmente a certas coisas e adaptarem-se.
Comboios
Gosto de comboios.
Gosto de observar as pessoas no comboio enquanto ouço música, gosto de ouvir as conversas entre as pessoas. Gosto de ver pessoas a ler no comboio, gosto de cruzar o meu olhar com o das pessoas. Gosto de me misturar no meio das pessoas, gosto da possibilidade de ser quem eu quiser no comboio. Gosto de conhecer pessoas no comboio. Gosto de falar com pessoas desconhecidas no comboio.
Gosto de estar na estação à espera do comboio, gosto de ver as pessoas apressadas a ir ao encontro do comboio. Gosto de ver encontros de pessoas, gosto de ver as pessoas a olhar concentradíssimas para o placar das informações.
Gosto muito de andar de comboio, afinal já são seis anos familiarizada com este incrível meio de transporte.
:)
Gosto de observar as pessoas no comboio enquanto ouço música, gosto de ouvir as conversas entre as pessoas. Gosto de ver pessoas a ler no comboio, gosto de cruzar o meu olhar com o das pessoas. Gosto de me misturar no meio das pessoas, gosto da possibilidade de ser quem eu quiser no comboio. Gosto de conhecer pessoas no comboio. Gosto de falar com pessoas desconhecidas no comboio.
Gosto de estar na estação à espera do comboio, gosto de ver as pessoas apressadas a ir ao encontro do comboio. Gosto de ver encontros de pessoas, gosto de ver as pessoas a olhar concentradíssimas para o placar das informações.
Gosto muito de andar de comboio, afinal já são seis anos familiarizada com este incrível meio de transporte.
:)
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