Ontem a noite foi parecida com um filme. Gostei. Muito.
:D
sábado, 28 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
21:57
Fim de tarde. O céu vai escurecendo gradualmente. O sol, embora já escondido, ainda deixa alguma claridade. Um fim de tarde bonito.
Pensamentos detidos no turbilhão de ideias e emoções que se vão projectando.
Ideias por concretizar, pessoas por conhecer, pessoas por falar, vontade de falar, de não falar, de ser sincera e dizer certas coisas a certas pessoas. Vontade de ser compreendida, de ter alguém que goste de mim por ser eu própria. Vontade de viver dentro de um filme. De falar com desconhecidos, de trocar olhares embaraçosos, de arriscar, de não ter horas para chegar, de dormir de dia e andar de noite pelas ruas povoadas de gente.
Turbilhão de pensamentos voando em diferentes direcções sem nenhum objectivo concreto.
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
22:02
Retirado do blog da Ânia. :)
Também eu já me senti assim. Depois foi passando, o tempo ajudou bastante. Não digo que já tenha passado, estas coisas nunca passam totalmente, ficam sempre as memórias. Mas já ultrapassei. :)
Também eu já me senti assim. Depois foi passando, o tempo ajudou bastante. Não digo que já tenha passado, estas coisas nunca passam totalmente, ficam sempre as memórias. Mas já ultrapassei. :)
"Começa por ser como se o coração fosse cair ao chão, e como se nada deste mundo o fizesse voltar ao sítio. Depois uma electricidade enorme percorre cada milímetro do corpo e não deixa que esse se mexa, fica então parado e começa a trabalhar quase como mecânicamente, sem pensar pelo menos na altura. A verdade é substituída por palavras fáceis, carregadas de tudo, menos daquilo que realmente é sentido. A realidade deixa de existir e dá lugar a um sentimento de revolta (?) por não se poder fazer nada. Mas e se até pudesse? Até que a consciência dita a única coisa sentida e mais verdadeira que o momento pode proporcionar:Nunca farias nada que pudesse prejudicar o futuro de 'alguém', ainda que isso te magoe. E as palavras fáceis continuam a sair, mas são escritas como se nunca antes tivessem sido vistas ou sentidas, porque na realidade nunca o tinham sido. O sentido de «amar» vem ao de cima, e talvez a teoria de que «às vezes amar é ter a coragem de deixar a 'metade' partir» esteja correcta, porque se não existisse amor suficiente, não haveria esta necessidade tão grande de mentir se for preciso para tentar que o futuro faça alguém mais feliz.
Então a electricidade deixa de existir, assim como outro qualquer sentimento que possa haver, que não esteja ligado ao tão cliché enorme peso no estômago em lugar das borboletas, ou o arder característico dos olhos na pior altura.De repente tudo parece impossível, mesmo as coisas mais simples. E ao abrir o armário da cozinha, uma onda de compreensão pela garrafa que vai a meio invade tudo o que são entranhas. Acaba por se formular a questão, no meio de tantas outras: se resulta com uns, porque não comigo? E um gole, dois e três depois torna as coisas mais simples. Os sentimentos demarcam-se finalmente, embora tudo continue a ser impossível. Acaba por se abençoar o facto de não estar a haver comunicação do outro lado, porque a ideia é continuar com o bom feeling, e não vacilar. Uma onda de perguntas sem resposta ameaça invadir o pensamento de alguém que não tem capacidade de formular qualquer pergunta, mas não interessa, é assim que tem de ser. Fecha-se os olhos e um turbilhão de cores e formas toma conta de tudo o que ainda à pouco era água, agora são cores distintas que vão e vêm quase sem terem tempo para serem notadas, como a maioria das coisas da vida. O coração manda parar com tudo isto e deixar de mentir, a mente atrapalha o caminho dele com ideais do senso comum. Ninguém tem o direito de manipular a vida de ."
sábado, 14 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
16:51
Apaixono-me e desapaixono-me com uma facilidade incrível.
(excepto em algumas situações passadas.)
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