quinta-feira, 23 de junho de 2011

11 de Maio

Só mesmo para ficar registado que dia 11 de Maio foi um dia muito bonito no qual estive com pessoas que gosto. Além disso a sobremesa que fiz estava muito boa. E o almoço feito pela Maria João também.

:)

Hipoteticamente sonhando...

Um dia hei-de ter um amigo chamado Afonso que goste de ler, de ouvir boa música, que goste de usar sapatilhas do género das all star, que use óculos de sol, que goste de por vezes ter conversas profundas, que goste de café sem açúcar, que goste de usar camisas, que seja fofinho e que, principalmente, goste muito de mim.

00:17

E porque criei um blog?
Não, não foi para ter muitos leitores como na maioria dos blogs. Mas também não vou dizer o motivo. Mas sim, sei bem o motivo.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

00:03

As pessoas geralmente são seres extremamente sociais. Rara é a pessoa que não o é. Mas e, quando somos nós a excepção? Inventamos histórias à volta das pessoas e fazemos isso diariamente. Também podemos sempre falar com pessoas desconhecidas. É sempre interessante. E vá, de vez em quando juntamo-nos às pessoas sociais só para ... Para quê mesmo?

(...)

Hoje?

Hoje é dia de escrever, escrever às pessoas que já não escrevia há muito tempo. Retomar conversas inacabadas. Relembrar momentos. Hoje é isto. Amanhã é o S. João.

23:23 ...

Sabes, tenho sempre dúvidas se te devo escrever. A vontade é muita e a necessidade também. Sinto falta de falar contigo, de saber que posso falar contigo. No fundo tenho saudades tuas apesar de já ter passado bastante tempo. Ou talvez tenha saudades de todos os momentos, de todas as sensações sentidas, do nervosismo inicial, da felicidade constante, da instabilidade que se foi tornando estável durante um tempo. Tenho saudades sabes, não voltei a sentir o mesmo desde então, sinto falta disso.
Apesar disso sinto-me feliz em geral, não me posso queixar mas, há momentos em que fico mais pensativa e melancólica e aí aparecem as saudades.
Às vezes questiono-me como seriam as coisas se tivessem seguido outro rumo. Não sei a resposta.
Mas nada é por acaso e se calhar foi melhor assim.

(...)

p.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

00:25

Há duas semanas no comboio a ir para Braga vi um rapaz a ler um livro. Não consegui visualizar que livro era no entando percebi que o rapaz ia bastante concentrado na leitura. Gostei de ver um rapaz a ler um livro. Há muito tempo que não via um rapaz assim. Gosto de ver rapazes a ler, afinal gosto de livros e gosto de rapazes. Os dois juntos é uma visão boa, num comboio ainda melhor!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

14:52

As pessoas não querem cá ficar. Isso assusta-me um bocadinho e entristece-me um bocadinho.
E eu nem sei o que quero ainda.

00:14


E que histórias terá esta casa para contar? Estas e todas as outras... Se as casas contassem histórias ou melhor, se as pessoas entendessem as casas as casas deixavam de ser casas e transformavam-se em livros em forma de casa. Mas daqueles livros que nem toda a gente lê e as casas que ninguém repara. Não por não saberem ler ou por não conseguirem ver olhar por não terem a curiosidade e o interesse suficiente para entrarem neste pequeno grande mundo das histórias e das observações.
As pessoas vêm tudo no entanto poucas são aqueles que realmente vêm e reparam nas coisas. E há tantas coisas bonitas para se observar e deixar a imaginação fluir.



Local: Braga

quarta-feira, 8 de junho de 2011

23:48

E se as pessoas não complicassem tanto? As coisas não seriam mais fáceis?
Seriam pois...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011