domingo, 30 de novembro de 2014

22:57

Damn.. Fuck this feelings..  

22:43

- Não gosto de aparecer nas fotografias, raramente fico bem.

- Oh, eu vou-te tirar uma fotografia e vais ficar bem, empresta-me a máquina.
- Vês? Não ficou mal!

- Ficou ficou!
Há dias em que parece que a coragem aparece, assim sem mais nem menos e sem eu dar por ela. É então que pego no telemóvel e começo a procurar lentamente o teu nome na lista telefónica. Mas eis que quando encontro o nome a coragem decide fugir e guardo o telemóvel novamente no bolso. 



É/foi ..

E pronto..

.. Voltei a ter uma semi-recaída.. Semi porque mandei mensagem ao moço mas foi a perguntar algo especifico e que me dava jeito saber e ele é a pessoa que mais percebe do assunto. Vamos lá ver se me responde..

Se calhar..

.. Por vezes é necessário massacrar-mo-nos (amanhã vou verificar se a palavra está correcta) para conseguirmos voltar a ficar bem e para ficarmos mais resistentes. É como tocar violoncelo: no início os dedos ficam a doer mas à medida que vamos insistindo ganhamos calos e deixam de doer. Se calhar por vezes temos que forçar certas coisas que queríamos evitar para que elas comecem a perder o impacto que têm em nós.

Cheguei a esta conclusão porque já estou fartinha e cansadinha de me cruzar sempre com dois nomes que me recordam o moço. Mas é mesmo sem querer. E após tantos cruzamentos finalmente está a começar a perder o impacto. No entanto não deixa de ser curioso e interessante estes cruzamentos por acaso. Quase como um sinal.. Mas não, há semanas que não sei nada do moço..

Eu já nem sei se o texto está ben escrito. 1:48 da manhã e eu cheia de sono mas não queria deixar passar isto.

E agora xixi e dormir!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Eu sei eu sei..

..que só tenho escrito aqui coisas sem importância, aliás, coisas importantes mas apenas para mim. Mas também só vem aqui ler quem quiser..

Aquele momento..

..em que me apetece dar um berro e dizer uma palavra menos bonita.. 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

20:18

- Sabes, acho que o que mais me chateia nem é o facto de não saber nada dele há semanas.
- Então? Pensava que era isso, andas sempre a reclamar que ele não fala para ti.
- Pois, mas hoje estive a reflectir um bocadinho e o que me chateia foi eu ter deixado que ele entrasse daquela maneira da minha vida. Não pensei na distância de segurança, não pensei. Simplesmente isso, deixei-me levar demasiado rápido. Como dizia uma pessoa há uns anos aqui num comentário:


E eu desta vez amolguei, sem saber se era certa ou errada. E o que mais me chateia foi não ter parado e não ter cuidado. 
- Pois, acontece, agora tens é que fazer por esquecer e seguir em frente.
- E achas que não tento? Mas algo assim não se esquece. Não te lembras do Panda? O tempo que demorou? E mesmo o Panda ainda hoje não está esquecido. 
- Mas tens que tentar mais..
- Já tentei, a sério que sim. Tentei da maneira mais vulgar possível, mas comigo isso não funciona. Sentir outro corpo que não o dele contra o meu só me fez/faz lembrar o dele e do que aconteceu. Tem que ser com o passar do tempo e a concentrar-me nas minhas coisas. 
- Mas estás arrependida do que aconteceu?
- Achas? Mesmo sem ele saber fez o que só o Panda até ao momento conseguiu. E coisas dessas, mesmo não indo a lado, são boas.
- Então.. Mas afinal estás chateada por não teres colocado a tal "distância de segurança" mas também não te arrependes de não a teres colocado.
- É, é isso. Eu nestas coisas sou estranha. Restam as memórias.. 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

23:36

Estou em reabilitação de sentimentos desde o dia 8 do presente mês. Ainda só tive uma recaída. Ontem ia tendo a segunda. Aos poucos isto melhora. Mas estou bem. Finalmente consegui colocar esta cabecinha minúscula em ordem. O sentimento? Esse mantém-se pois claro. Desta vez deixou marcas mesmo grandes e é preciso dar tempo ao tempo.