quarta-feira, 2 de abril de 2025

12:02

 voltar a escrever como outrora. voltar a mim. a sentir o meu eu. quem sou eu? que transformações aos longos dos últimos anos. e agora? segue-se em frente. 

11:58

 Por agora isto.

terça-feira, 17 de setembro de 2024

quinta-feira, 4 de julho de 2024

comecei

 a correr regularmente. é. também não sei que raio aconteceu para tal coisa. roupa e sapatilas a condizer e tudo. e relógio e conta no Strava. não sei até quando durará tamanha vontade. mas veremos.

quinta-feira, 16 de maio de 2024

q u e r o

 voltar a escrita. tenho um computador novo finalmente. escrever faz-me bem. tenho escrito em papel mas quero voltar ao blogue.

não consigo colocar acentos. irrito-me comigo mesma.

tantas coisas se passaram desde a última vez que aqui escrevi.

cresci tanto, passei por tanto. nunca diria. mas foi a vida que escolhi, portanto há que me desenmerdar.

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Quase..

 ..quase dois anos se passaram desde a última vez que aqui escrevi. e que falta me faz escrever! porém a preguiça e o caos vencem e acabo por guardar tudo para mim. irei tentar modificar isso.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

terça-feira, 7 de julho de 2020

escrever..

Devia escrever mais, bem sei.. mas a preguiça tem ganho sempre.. mas será realmente preguiça ou medo de mim mesma? Medo de enfrentar aquilo que realmente me atormenta, eu mesma..
Não sei explicar, nunca fui boa a explicar coisas, excepto a ensinar violoncelo. Isso posso afirmar que sou boa. Devia escrever para me compreender melhor, ajudar a desembaraçar este novelo de ideias, pensamentos e tudo e mais alguma coisa. Mas não, limito-me a ver as coisas a passarem, tal como um viajante a vislumbrar pela janela de um comboio o mundo lá fora. Ele vê mas nada pode fazer pois o comboio não pára quando ele quer. Ele não tem controlo. E eu sinto um pouco isso também, sinto não estar a conseguir ter o controlo que tencionava na minha vida. Sinto tudo a ir muito rápido e eu não estou a conseguir acompanhar. Depois tento esconder-me do mundo e das pessoas, mas estas perseguem-me de tão presentes que estão. E eu assusto-me e fico a querer estar sozinha. Seria mais fácil, teria que lidar apenas comigo e eu isso sei que consigo. Seria menos cansativo, haveria mais liberdade. Contudo não haveria amor. Mas que raio é o amor, é suposto sentirmos o quê? Borboletas na barriga como dizem os filmes? Mas como? Eles comem mesmo borboletas? Não entendo isso. Sinto tudo menos borboletas, sinto uma montanha russa de porcos-espinhosa sem fim à vista. Não entendo o amor. Como é que sabemos que já chegámos? Não faço ideia.. Será o amor igual para todos?