segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

não há

amor (palavras ditas por ele) mas há por vezes mensagens a dizer bom dia, telefonemas às três e tal da manhã, uma alcunha, uma viagem a londres marcada, dias e noites alternados tanto numa casa como noutra, conversa todos os dias.. mas não há amor..

meu coração não aguenta.

quinta-feira

vou para Coimbra e volto Domingo ou Segunda.. mas que raio ando eu a fazer à minha vida!?

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

11:47

é preciso aprender a não ter medo e a confiar. nem sempre é fácil mas..

11:33

então é assim. o blogue anda um pouco abandonado. não tenho escrito nada. mas têm acontecido coisas. entretanto gravei um cd, comprei um bilhete de avião para Londres, a minha plantinha ainda não morreu.. muitas coisas mesmo. tantas coisas que não consigo definir sentidas. mas estou tranquila e feliz, apesar de tudo. estou a aprender, e acho que estou a ir bem, a procurar a felicidade e calma dentro de mim e a aceitar as situações que não posso alterar. assim como a viver mais o presente. o passado já foi, o futuro nunca se sabe. de maneira que o que realmente conta é o presente. e é o que tenho tentado fazer, aproveitar o presente, os diferentes momentos, as sensações. e não pensar no medo do futuro.

domingo, 1 de outubro de 2017

então..

já não escrevo aqui no blogue faz hoje um mês. faz hoje um mês que estive com o duarte. o duarte. há um mês atrás ainda nem acreditava que estava com ele. passados três anos. tive dias incríveis e assustadores ao mesmo tempo. não há palavras para descrever esses dias e noites. não há. foram demasiadas coisas sentidas. ainda estou a digerir tudo. com ele é assim. e será assim. porque há uma cena inexplicável entre nós.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

12:09

estou de coração cheio. tão cheio que até tenho medo que arrebente. <3

12:09

estou de coração cheio. tão cheio que até tenho medo que arrebente. <3

sábado, 26 de agosto de 2017

três anos.

faz hoje três anos que conheci o duarte. daqueles acasos curiosos e totalmente inesperados. enquanto esperava pelo comboio de regresso a casa. tinha ido por acaso ao porto nesse dia e no regresso conheci o duarte. é músico, eu sou também.
três anos de uma ligação de coincidências, de coisas que nem sei explicar. apenas sentir. raramente me apaixonei na minha curta vida. aliás, acho que o duarte foi apenas a segunda pessoa que isso me aconteceu verdadeiramente. e eu sei lá. tantas coisas sentidas nestes três anos. raramente estamos juntos, aliás, há imenso tempo que não estamos juntos a sério.

das coisas bonitas e inexplicáveis da vida ou do universo, ou seja lá o que for: cruzar-me com o duarte umas duas ou três vezes em lisboa, completamente por acaso.