faz hoje três anos que conheci o duarte. daqueles acasos curiosos e totalmente inesperados. enquanto esperava pelo comboio de regresso a casa. tinha ido por acaso ao porto nesse dia e no regresso conheci o duarte. é músico, eu sou também.
três anos de uma ligação de coincidências, de coisas que nem sei explicar. apenas sentir. raramente me apaixonei na minha curta vida. aliás, acho que o duarte foi apenas a segunda pessoa que isso me aconteceu verdadeiramente. e eu sei lá. tantas coisas sentidas nestes três anos. raramente estamos juntos, aliás, há imenso tempo que não estamos juntos a sério.
das coisas bonitas e inexplicáveis da vida ou do universo, ou seja lá o que for: cruzar-me com o duarte umas duas ou três vezes em lisboa, completamente por acaso.
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