domingo, 30 de novembro de 2014
E pronto..
Se calhar..
.. Por vezes é necessário massacrar-mo-nos (amanhã vou verificar se a palavra está correcta) para conseguirmos voltar a ficar bem e para ficarmos mais resistentes. É como tocar violoncelo: no início os dedos ficam a doer mas à medida que vamos insistindo ganhamos calos e deixam de doer. Se calhar por vezes temos que forçar certas coisas que queríamos evitar para que elas comecem a perder o impacto que têm em nós.
Cheguei a esta conclusão porque já estou fartinha e cansadinha de me cruzar sempre com dois nomes que me recordam o moço. Mas é mesmo sem querer. E após tantos cruzamentos finalmente está a começar a perder o impacto. No entanto não deixa de ser curioso e interessante estes cruzamentos por acaso. Quase como um sinal.. Mas não, há semanas que não sei nada do moço..
Eu já nem sei se o texto está ben escrito. 1:48 da manhã e eu cheia de sono mas não queria deixar passar isto.
E agora xixi e dormir!
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Eu sei eu sei..
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
20:18
- Então? Pensava que era isso, andas sempre a reclamar que ele não fala para ti.
- Pois, mas hoje estive a reflectir um bocadinho e o que me chateia foi eu ter deixado que ele entrasse daquela maneira da minha vida. Não pensei na distância de segurança, não pensei. Simplesmente isso, deixei-me levar demasiado rápido. Como dizia uma pessoa há uns anos aqui num comentário:
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
23:36
Estou em reabilitação de sentimentos desde o dia 8 do presente mês. Ainda só tive uma recaída. Ontem ia tendo a segunda. Aos poucos isto melhora. Mas estou bem. Finalmente consegui colocar esta cabecinha minúscula em ordem. O sentimento? Esse mantém-se pois claro. Desta vez deixou marcas mesmo grandes e é preciso dar tempo ao tempo.
23:28
Sabem quando por acaso conhecem uma pessoa e à medida que vão falando com ela começam a aperceber-se que é quase perfeita aos vossos olhos? Aquela pessoa que reúne as coisas todas que idealizaram? Pois, isso aconteceu-me e custa-me ter que deixar ir.. Mas tem que ser..
Daquelas coisas que enfim..
- Ainda nos vamos casar!
- Não namoravas comigo?
(...)
Ora bem, a minha resposta foi não a tudo.. E não, não foi o dito cujo a perguntar..
