quarta-feira, 5 de novembro de 2014

12:33

A sério que não consigo perceber o dito cujo. Se calhar não é para perceber. Se calhar tenho é de parar com esta minha mania de tentar criar algo que se calhar nem existe e que apenas existiu uma vez. Se calhar..

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Pois..

A Patrícia num comentário disse: faz o que o teu coração diz. Ele sabe lá o que diz ou o que faz. Por ele eu já tinha ido a Coimbra, já tinha telefonado e já tinha dito mais não sei quantas coisas. Mas não pode ser. E porque não pode? Perguntam vocês. Porque as coisas não funcionam assim. Então como funcionam? Insistem vocês. E eu digo muito sinceramente: não faço ideia. Vou andando aos sobressaltos é o que é..

Postais :)

Japão

Rússia

14:58

Pois. Devia ter ficado caladinha e sossegadinha mas não, acabei de enviar uma mensagem..

14:31

Não sou pessoa de ir atrás, de insistir e de ser chata. Não sou. Normalmente penso: quer quer, não quer paciência. Mas desta vez, damn, foi forte. Está-me a custar não ir atrás, não falar demasiado e fingir indiferença. Mas sei que tem ser.

10:32

Então estamos assim. Novamente no bar da universidade como há umas semanas estive,à mesma hora e com a mesma sensação. Sensação esta de estar em Coimbra à espera de..

domingo, 2 de novembro de 2014

22:16

A vontade de ir a Coimbra tem sido tanta. Ou melhor, a vontade de o abraçar novamente, Já nem exigia mais nada. Apenas um abraço bem apertado.

Placebo - Where Is My Mind Live

00:40

Há uns dias li algures algo que achei interessante. Não te admires por não me recordar onde li. Na altura não dei importância. Mas mais tarde quis voltar a ler e até agora continuo sem me lembrar onde foi, apenas sei que foi num blog. Não, não vale a pena consultar o histórico. Apago-o regularmente pois tenho a mania das limpezas. Mas vamos ao que interessa. Li algo assim: actualmente, devido à internet e aos telemóveis, as pessoas habituaram-se a conversar constantemente sem grandes interrupções e por vezes a conversa torna-se provavelmente forçada com aquela ânsia para não terminar. Ora, não tem que ser assim. Não é necessário falar quase interruptamente. As conversas interrompidas durante alguns dias não deixam de ser boas. Criámos este hábito de quase dependência e é desnecessário.

E foi algo assim que li. E foi curioso porque eu também pensava assim, aliás, penso assim. Embora ultimamente a minha adolescência tardia me prejudique os pensamentos. Mas é assim que funciona e tenho que me lembrar disto quando pensar em "rogar pragas" ao dito cujo por este por vezes passar dias sem nada me dizer.

sábado, 1 de novembro de 2014