domingo, 2 de novembro de 2014

00:40

Há uns dias li algures algo que achei interessante. Não te admires por não me recordar onde li. Na altura não dei importância. Mas mais tarde quis voltar a ler e até agora continuo sem me lembrar onde foi, apenas sei que foi num blog. Não, não vale a pena consultar o histórico. Apago-o regularmente pois tenho a mania das limpezas. Mas vamos ao que interessa. Li algo assim: actualmente, devido à internet e aos telemóveis, as pessoas habituaram-se a conversar constantemente sem grandes interrupções e por vezes a conversa torna-se provavelmente forçada com aquela ânsia para não terminar. Ora, não tem que ser assim. Não é necessário falar quase interruptamente. As conversas interrompidas durante alguns dias não deixam de ser boas. Criámos este hábito de quase dependência e é desnecessário.

E foi algo assim que li. E foi curioso porque eu também pensava assim, aliás, penso assim. Embora ultimamente a minha adolescência tardia me prejudique os pensamentos. Mas é assim que funciona e tenho que me lembrar disto quando pensar em "rogar pragas" ao dito cujo por este por vezes passar dias sem nada me dizer.

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