domingo, 8 de julho de 2018

lembro-me

perfeitamente do dia em que o conheci, um acaso daqueles enormes, mesmo como acontece nos filmes. encontrei-o a tocar guitarra na estação dos comboios e como sou música aproximei-me e falei, facebooks trocados e a partir daí sempre mantivemos contacto. isto versão reduzida. porque se eu vos disser que nesse dia deu-me uma súbita vontade de ir o Porto, assim do nada mesmo, se eu disser que perdi o comboio de regresso a Aveiro, aí sim, parece como um filme. ou seja, se não tivesse perdido o comboio não o tinha conhecido. daqueles acasos mesmo interessantes e estranhos.isto em 2014.
nunca mais fui a mesma, senti logo uma conexão com ele. hoje, passados quase quatro anos, moro com ele e somos namorados. não daquele namorado pirosos, tudo à nossa maneira. o que é engraçado é que mesmo antes de sermos algo assim mais definido, quem não nos conhecia ficava convicto de que éramos um casal. há casos giros portanto.

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