Sempre soube que com o D. era tudo assim, inesperado. Tal e qual como a maneira como nos conhecemos: inesperada, totalmente por acaso. E tudo começou devido à maneira como o saco da guitarra dele estava disposto. Estava a terminar de subir as escadas para chegar à linha três e pareceu-me avistar o saco (não será a palavra apropriada) de um trombone. E depois pronto, ser músico aproxima as pessoas e foi o que aconteceu. Falar de música, trocar nomes. O facebook ajudou pois claro. Depois sucederam-se os acontecimentos que registei aqui no blog, no ano passado.
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