sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

linhas.ponto.



linhas cruzadas na encruzilhada da vida outrora vivida e agora esquecida
onde há gente sem mente que desmente a própria vida ao encontro de um ideal na capital 
na ilusão vivida na utopia da vida.

domingo, 11 de dezembro de 2016

19:21

sou demasiado fiel a mim própria. continuo a ser impulsiva, a confiar muito no meu sexto sentido. a falar quando provavelmente deveria estar calada. mas sou assim. e ainda não foi desta que aprendi.

sábado, 5 de novembro de 2016

...

continuo a criar demasiadas expectativas e com esperança de ver coisas bonitas em coisas temporárias. eu não aprendo.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

andamos assim..

já não escrevo aqui há mais de um mês. não que me tenha esquecido. mas nem sempre tenho vontade de me sentar em frente ao computador pensar em algo para escrever. não que seja necessário pensar muito.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

é quase que inevitável

ouvir chet faker e não pensar no duarte em coimbra. ouvi chet faker em coimbra, com o duarte. em frente ao rio mondego. e foi daqueles momentos indescritíveis. que não se esquecem mais. daqueles momentos em que o silêncio foi música e sentimentos. já não ouvia chet faker há imenso tempo. a última vez que ouvi foi quando estava a trabalhar no mês passado na praia e estava na minha pausa de café, no café. ouvir chet faker é ter o impulso de mandar mensagem ao duarte a dizer foda-se pa..tou a ouvir chet faker e está a bater umas saudades tuas e de coimbra que não tens noção! miss you ** .

tenho

saudades do meu violoncelo. e de lisboa. e da b. e de romper sapatilhas em lisboa. e das voltas noturnas. e de ouvir jazz. e dos moços de lisboa. e do vinho. e da vodka. e de muitas outras coisas.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016