quinta-feira, 25 de agosto de 2016

é quase que inevitável

ouvir chet faker e não pensar no duarte em coimbra. ouvi chet faker em coimbra, com o duarte. em frente ao rio mondego. e foi daqueles momentos indescritíveis. que não se esquecem mais. daqueles momentos em que o silêncio foi música e sentimentos. já não ouvia chet faker há imenso tempo. a última vez que ouvi foi quando estava a trabalhar no mês passado na praia e estava na minha pausa de café, no café. ouvir chet faker é ter o impulso de mandar mensagem ao duarte a dizer foda-se pa..tou a ouvir chet faker e está a bater umas saudades tuas e de coimbra que não tens noção! miss you ** .

tenho

saudades do meu violoncelo. e de lisboa. e da b. e de romper sapatilhas em lisboa. e das voltas noturnas. e de ouvir jazz. e dos moços de lisboa. e do vinho. e da vodka. e de muitas outras coisas.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

terça-feira, 19 de julho de 2016

é verdade..

rendi-me ao facebook, criei uma página de artista para a minha pessoa. vão lá, coloquem gosto e ouçam música. mais coisas irão aparecer brevemente. facebook.com/marianafilipecello

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Em Lisboa há corações perdidos, encontrados por acaso, misturados, enlatados e dominados p'lo acaso deste fado desajeitado. 💖

sábado, 18 de junho de 2016

é isto.

ando a viver tanto, em tantas aventuras, em tudo tão imprevisível que nem vagar/paciência tenho para vir aqui escrever alguma coisa de jeito. de jeito e sem jeito. mas está tudo bem.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

resumindo.

só tenho umas coisas a dizer, o mundo do jazz é essencialmente sex, drugs and jazz.