olhos verdes, malditos olhos verdes. olhos verdes e uma voz demasiado boa.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
22:20
andas a enganar-te a ti própria mas no fundo sabes o que querias e ao mesmo tempo não querias. trocas o corpo por outro à procura de algo que sabes que não vais encontrar. não resulta, sentes a falta de..fazes comparações.. estás a habituar-te demasiado a ele sabendo que não podes. a regra continua a ser a mesma: não te apaixones por mim. isto dito logo na segunda ou terceira vez. tudo esclarecido desde o início. disseste logo que não. que isso era impossível, não querias isso. mas no fundo, bem lá no fundo tens medo que isso aconteça. porque aí quem se fode és tu. a verdade é essa, nua e crua. vais deixando andar pois sabe-te bem. mas é uma ilusão que vai furando o teu coração. e sabes que um dia tudo acaba. mas vais deixando andar porque agora sabe bem. e o agora é o que interessa.
domingo, 29 de novembro de 2015
that's true..
get high, listen jazz and make sex. one of the the best things. at the same time. so fucking good!
sábado, 28 de novembro de 2015
06:00
chegar a casa dele, com ele, às seis da manhã e dormir. simplesmente dormir. tão bom. (e eu vou ficar tão lixada no futuro)
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
enfim enfim..
ontem fui ao fundo. foi assustador, foi estranho, foi um misto de más sensações.
-olha, preciso de um favor teu. preciso que fiques comigo hoje à noite que eu não estou bem.
-mas hoje tenho que fazer um trabalho com o x mas pronto, podes ficar lá em casa (...) vamos já para minha casa, podes deixar lá as tuas coisas para não ires agora a tua casa (...) vens comigo às compras? (...) vou fazer isto para jantar, pode ser? (...) vá, nós vamos continuar a fazer o trabalho mas podes ir dormir, podes ir mesmo assim para debaixo dos lençóis, não há problema (...)
mas no fundo isto não é nada e é cada um por si. no entanto há mais de um mês que este nada acontece.
-olha, preciso de um favor teu. preciso que fiques comigo hoje à noite que eu não estou bem.
-mas hoje tenho que fazer um trabalho com o x mas pronto, podes ficar lá em casa (...) vamos já para minha casa, podes deixar lá as tuas coisas para não ires agora a tua casa (...) vens comigo às compras? (...) vou fazer isto para jantar, pode ser? (...) vá, nós vamos continuar a fazer o trabalho mas podes ir dormir, podes ir mesmo assim para debaixo dos lençóis, não há problema (...)
mas no fundo isto não é nada e é cada um por si. no entanto há mais de um mês que este nada acontece.
sábado, 21 de novembro de 2015
e ainda..
outra coisa é esperar constantemente por uma sms ou telefonema quando sei que no fundo provavelmente não chega.
...
é que uma cena é quando há a cena física tranquilamente e à vontade. outra cena é quando há ligação mental (?). e esta última, para mim, é a mais complicada. porque corre bem e depois nunca sei o que acontece. e isso assusta-me tanto.
pois..
então ontem à noite andei perdida no bairro alto, encontrei cerveja a um preço acessível, ouvi jazz, conversei, encontrei cerveja + um shot a um preço ainda mais acessível, fiquei demasiado bem disposta, tropecei, pisei o joelho, doeu, tive vontade de chorar, sentei-me numa cadeira a ver o fumo desaparecer, pensei demasiado, corri demasiado para apanhar o autocarro, li os nomes das diversas ruas e travessas, falei alto, caminhei bastante, fui demasiado feliz e infeliz ao mesmo tempo. e tive medo/tenho medo de me voltar a encantar e a coisa correr mal como é habitual. mas que fui feliz ontem à noite e hoje de manhã fui.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
parece fácil mas não é.
e eu não sei o que pensar ou sentir. mas estou estranhamente calma, não espero nada, seja o que for. foi o que disse. talvez mentindo um pouco porque quero mais, ou pelo menos alguma conclusão. mas não é tempo disso. é tempo de não pensar demasiado, aproveitar o que der para aproveitar e não ter medo. parece fácil mas é difícil. controlar a agitação constante, tentar não pensar, não imaginar, não telefonar, não criar expectativas, não desanimar, não ficar triste, tentar mostrar um pouco de indiferença, tentar ter confiança. (...)
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