terça-feira, 1 de março de 2016

domingo, 28 de fevereiro de 2016

em suma tem sido isto.

dos acasos que se tornam em casos. da imprevisibilidade de cada noite. das músicas que são autênticos guilty pleasure. dos shots triplexs. é vida. e que bem que sabe.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

22:50

- então e tens falado com ele?
- não...
- Não!? então!?
- apaguei o número dele. foi melhor assim. e já não estou com ele há imenso tempo. eu sabia que ia terminar.
- e tens saudades?
- sim. não dele mas do que passei com ele. agora é tudo diferente. a quinta-feira deixou de ser o meu dia preferido e o tão aguardado da semana. deixa saudades claro. sinto falta de dormir e acordar ao lado dele, de sentir a segurança que sentia, o conforto, de tudo.. agora é tudo diferente. mas pronto, foi bom enquanto durou, foi tranquilo mas olha, terminou.. e a vida continua claro. e como já sabia no que me ia meter desde o início, este fim já era algo com que contava. mas claro que custa sempre um bocadinho, acabei por me habituar demasiado a ele.
- claro, é normal.
- é, mas foi uma experiência positiva e que me fez crescer e ganhar até mais confiança. agora pronto, é ir andando. go with the flow..
- qualquer dia já o esqueces de vez!
- pois, o meu problema é que nunca esqueço nada. vou deixando é de sentir falta e vou-me habituando à ideia de ele já não estar presente. mas os momentos, as cenas passadas, essas nunca esqueço. seja com quem for. fizeram parte de mim, aconteceram e contribuíram para o meu desenvolvimento.
- então e se por acaso te voltares a cruzar com ele?
- o ambiente não vai ser estranho, muito provavelmente vamo-nos cumprimentar, falar de coisas triviais e cada um segue o seu caminho.
- achas mesmo?
- claro, uma coisa boa entre nós é que esclarecemos logo tudo de maneira que ficou tudo bem.
- hmm..
- também não posso prever exactamente o que acontece, mas parece-me que o mais provável seja o que disse. no entanto há sempre a remota possibilidade de nos voltarmos a envolver. não faço ideia, tanto eu como ele somos imprevisíveis.

(...)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

finalmente

apaguei o número dele do telemóvel. assim não há a tentação das drunk texts, como é/era habitual.

domingo, 3 de janeiro de 2016

01:08

quando vou ao pátio à noite imagino-o encostado ao muro a fumar ou sentado nos degraus. como outrora esteve várias vezes. é inevitável. as memórias perseguem-me. mas, segundo ele, há mais.

01:02

a sério. eu ia queria escrever algo. ainda há pouco estive no pátio e pensei em escrever. mas chego aqui e não sai nada de jeito.