sexta-feira, 20 de novembro de 2015

tenho uma tendência natural para isto.

- Quero-te e ao mesmo tempo não quero.

- Porquê?

- Porque agora quero mas depois vou-te deixar fodida. Sou assim. E acho que gostas mais de mim do que eu de ti.

- Não fico. Não te preocupes.

(...)

Portanto, ainda estou a processar tudo. Mas acho que sim, vou ficar fodida.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

frag(ilidade)mentos

Então e logo queres ir jantar ao sitio xx?
Então e que vais fazer na passagem de ano?
Tens que acordar amanhã a que horas? É melhor eu ficar em tua casa, acordas mais cedo.
(...)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

daquelas coisas que não interessam

não me estou a apaixonar, acho que é das vezes em que mais certeza tenho disso. e tenho consciência que isto não é nada e que é apenas fazer uso de cada um. mas bolas, é bom ouvir queres boleia? não pá, tenho que ir com ela e depois ouvir podes ficar lá em casa se quiseres. e dizer obrigada e receber um beijo. e acordar a meio da noite demasiado aconchegada e acordar de manhã demasiado ensonada e sem contar um ou mais beijos. e é bom também ouvir chega para aqui. mas isto não é nada. nada, a não ser algo indefinido sem precisar de ser definido. e estou bem assim.

e foi assim.

o primeiro dia dos 25 foi bonito. a noite também. o início do segundo dia dos 25 também foi bom. resumindo: foi um bom início de ano, passado com pessoas novas mas que já muito me dizem. e o essencial fica por escrever pois claro.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

então é assim.

estamos a 35 minutos de terminar o ano do meu vigésimo quarto aniversário. a partir das 7:58 começa o meu vigésimo quinto ano. e, em jeito de balanço, foi um bom ano: terminei o mestrado, vim morar sozinha para Lisboa, conheci aqui novas pessoas, tenho vivido demasiado, entre outras coisas. e muito podia eu escrever mas, faltam-me horas de sono e já devia estar a dormir.

daquelas coisas.

quando acordo e ouço isto:

olha, são 11:11, é dia 11 do mês 11. que cena!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

...

E não, não me estou a envolver demais. Não quero, não posso. Mas estou a viver, e isso quero.

daquelas coisas..

- Posso ir ter contigo? E não, não me estou a envolver demais.

- Podes... Queres vir cá?

(...)

- Tens que ouvir isto. Ouve, este solo é fantástico.

- Pois é..

- Vou fumar, queres que te enrole um cigarro? Amanhã se calhar vou dar uma volta, queres que te diga alguma coisa?

(...)

Partilhamos o jazz, partilhamos cigarros, partilhamos as camas, misturamos as roupas, trocamos experiências, fico deixada à porta de casa, dou um abraço e recebo um beijo na cabeça. E não, não me estou a envolver demais.