segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
domingo, 24 de dezembro de 2017
22:57
sempre gostei de escrever. de deitar para fora as coisas sentidas que por dentro me atormentam. de tentar aliviar. nem sempre consigo escrever. provavelmente porque desisto antes de começar. com receio de não conseguir expressar bem e de escolher mal as palavras. mas sinto que me faz bem escrever. ultimamente tenho andado num desequilibro de emoções: é a razão a dizer uma coisa e o coração a dizer outra.
23:03
foda-se..estou tão mas tão apaixonada como nunca na vida estive..e isto é tão mas tão assustador..
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
23:45
faz hoje quinze dias que fui para coimbra e que fui bastante feliz com ele. passados quinze dias não estou assim tão feliz e estou inquieta. não sei nada dele há dias. mas quero acreditar que estou bem e que a minha felicidade depende somente de mim.
não é fácil, não tem sido fácil mas estou no caminho para tudo isto se ir tornando mais fácil. tenho que largar. bem sei. mas o coraçãozinho diz para eu acreditar nisto tudo, acreditar que há algo de maior nisto e nunca antes sentido. eu já não sei nada. sei que há uma viagem a londres em janeiro que me está a empatar. eu quero que ele vá como combinado mas com ele nunca há certezas. mas quero que ele vá. ou então que me diga logo que não vai.
é frustrante. é frustrante e magoa ele já me ter dito coisas como eu não me esqueço de ti.. anda a coimbra ver a lua comigo.. não estou bem mas estou feliz porque te tenho a ti.. se eu tivesse muito dinheiro pegava em ti e saíamos daqui.. não te afastes de mim.. e mais coisas que não me quero recordar agora
são três anos já.. três anos a gostar demasiado dele, três anos a lembrar-me dele quando passava por coimbra..
um foda-se para isto tudo.
não é fácil, não tem sido fácil mas estou no caminho para tudo isto se ir tornando mais fácil. tenho que largar. bem sei. mas o coraçãozinho diz para eu acreditar nisto tudo, acreditar que há algo de maior nisto e nunca antes sentido. eu já não sei nada. sei que há uma viagem a londres em janeiro que me está a empatar. eu quero que ele vá como combinado mas com ele nunca há certezas. mas quero que ele vá. ou então que me diga logo que não vai.
é frustrante. é frustrante e magoa ele já me ter dito coisas como eu não me esqueço de ti.. anda a coimbra ver a lua comigo.. não estou bem mas estou feliz porque te tenho a ti.. se eu tivesse muito dinheiro pegava em ti e saíamos daqui.. não te afastes de mim.. e mais coisas que não me quero recordar agora
são três anos já.. três anos a gostar demasiado dele, três anos a lembrar-me dele quando passava por coimbra..
um foda-se para isto tudo.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
tem sido assim
divido-me entre a razão, o coração e a inquietude de não ter certezas de nada, de não saber e de apenas ir sentindo.
pela primeira vez acho que entendo quando separam o coração do cérebro. o meu coraçãozinho diz uma coisa, o meu cérebro outra. tenho andado assim dividida.
pela primeira vez acho que entendo quando separam o coração do cérebro. o meu coraçãozinho diz uma coisa, o meu cérebro outra. tenho andado assim dividida.
(yap, sou eu a tocar no vídeo)
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
é isso..
eu com demasiado álcool, em coimbra para um amigo em comum: eu sei, eu sei que ele é a pessoa que me vai partir o coração. sei isso tão bem. mas estou a aproveitar o momento. e isso agora é que me interessa.
então foi isso.
estive em coimbra de quinta a segunda. foi muito bom. ao mesmo tempo que foi qualquer coisa que nem sei definir. nem é necessário definir. as coisas são como são. e eu não me posso iludir. não posso. sinto demasiado é o que é.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
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