domingo, 12 de março de 2017
um ano e três meses
e agora seja o que for. ou o que não for.
f u c k . . .
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
das coisas bonitas
00:59
- sim, tudo bem.
- mas mais tarde se calhar lá para a madrugada, não te incomodo?
- sim, tranquilo. experimenta, se estiver a dormir não atendo, mas se ainda estiver acordada atendo.
domingo, 11 de dezembro de 2016
19:21
segunda-feira, 16 de maio de 2016
03:47
as pessoas que querem vão atrás, demonstram isso e fazem-se notar. as pessoas interessadas não se preocupam com as horas e não se importam de aparecer à 01h:36m da manhã. não há desculpa do cansaço, do muito trabalho, entre outras coisas. não há desculpas. querem e fazem por acontecer. se há excepções? provavelmente. mas são raras e a regra é esta: as pessoas que querem fazem-se notar.
domingo, 6 de março de 2016
22:06
quarta-feira, 2 de março de 2016
02:25
é um círculo. algo que corre bem, não sabemos o que a outra pessoa sente, queremos mais, não conseguimos decifrar o que a outra pessoa quer/sente, a imaginação começa a fervilhar, expectativas começam iniciar.. sempre o mesmo..
domingo, 28 de fevereiro de 2016
em suma tem sido isto.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
22:50
- então e tens falado com ele?
- não...
- Não!? então!?
- apaguei o número dele. foi melhor assim. e já não estou com ele há imenso tempo. eu sabia que ia terminar.
- e tens saudades?
- sim. não dele mas do que passei com ele. agora é tudo diferente. a quinta-feira deixou de ser o meu dia preferido e o tão aguardado da semana. deixa saudades claro. sinto falta de dormir e acordar ao lado dele, de sentir a segurança que sentia, o conforto, de tudo.. agora é tudo diferente. mas pronto, foi bom enquanto durou, foi tranquilo mas olha, terminou.. e a vida continua claro. e como já sabia no que me ia meter desde o início, este fim já era algo com que contava. mas claro que custa sempre um bocadinho, acabei por me habituar demasiado a ele.
- claro, é normal.
- é, mas foi uma experiência positiva e que me fez crescer e ganhar até mais confiança. agora pronto, é ir andando. go with the flow..
- qualquer dia já o esqueces de vez!
- pois, o meu problema é que nunca esqueço nada. vou deixando é de sentir falta e vou-me habituando à ideia de ele já não estar presente. mas os momentos, as cenas passadas, essas nunca esqueço. seja com quem for. fizeram parte de mim, aconteceram e contribuíram para o meu desenvolvimento.
- então e se por acaso te voltares a cruzar com ele?
- o ambiente não vai ser estranho, muito provavelmente vamo-nos cumprimentar, falar de coisas triviais e cada um segue o seu caminho.
- achas mesmo?
- claro, uma coisa boa entre nós é que esclarecemos logo tudo de maneira que ficou tudo bem.
- hmm..
- também não posso prever exactamente o que acontece, mas parece-me que o mais provável seja o que disse. no entanto há sempre a remota possibilidade de nos voltarmos a envolver. não faço ideia, tanto eu como ele somos imprevisíveis.
(...)
domingo, 3 de janeiro de 2016
01:08
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
sobre o encontro inesperado com o moço..
Há mais, mal de mim se não há..
E depois dizem que as raparigas é que são complicadas! Eu a tentar concluir as cenas e ficar com os sentimentozinhos organizados e, em vez de um ponto final no assunto, ficou um ponto e virgula.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
custa..
.. ele ter ficado na conversa até tarde e ter acabado por dormir na sala em vez de ir ter comigo. custa eu ter saído e ele a dormir. custa ainda mais chegar a casa, ele já não estar mas entretanto reparar que ele foi dormir para a minha cama e a almofada ficou com o seu cheiro. custa ainda mais saber que o que nem começou estar a chegar ao fim.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
02:51
se me perguntarem como começou lembro-me de tudo. apenas não sei datas. mas quase de certeza que foi há cerca de dois meses. saí sozinha para ir ouvir jazz. já saída encontrei um rapaz que conheci de vista. despachada como sou fui falar com ele. a partir daí a minha vida mudou. conheci logo imensas pessoas. nessas pessoas estava ele. não falámos muito, apenas apresentações. até que me intrometi no meio de uma conversa dele com outro rapaz. entretanto voltei a atenção para outras pessoas. mudámos todos de sítio, fomos parar a uma rua manhosa com pessoas manhosas. eu era a única rapariga no meio de malta acabada de conhecer. foi uma aventura. entretanto nessa noite pouco mais falei com ele. passado uns dias voltei a sair de casa novamente sozinha mas sabia que a malta ia estar num sítio. arrisquei e fui mesmo sem saber exactamente a localização. cheguei e ele foi logo a pessoa que conhecia que encontrei. a partir daí estive sempre a conversar com ele. eu já meia alterada confesso. mas acho que foi da maneira que consegui falar fluentemente. estávamos com a malta mas estávamos os dois à parte a falar. até que chegou a hora de ir para casa. tivemos todos boleia de carro. mas eu tive que ir ao colo. e calhei de ir ao colo dele. e senti aquele nervoso miudinho. não queria que a viagem terminasse. sem mais ninguém reparar demos as mãos, ou pelo menos iam juntas. já não me recordo bem. entretanto chegámos ao local comum de todos e ficámos a falar todos juntos durante algum tempo. até que ele diz com uma voz não muito audível que vai a casa pousar o instrumento. pergunta-me se quero ir, é perto diz ele. digo que sim, sempre a sentir aquele nervoso miudinho. desaparecemos sem nada dizer a ninguém, estavam todos a conversar. a partir daí começou tudo. e tudo mudou.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
daquelas coisas contraditórias.
podes mandar as mensagens que quiseres.
e depois abraça-me. assim é difícil
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
00:41
da minha parte isso não vai acontecer e se começares a sentir algo diz que paramos.
ok, se isso acontecer eu digo. mas isso não acontece. eu estou bem como estamos, é tranquilo.
e quê? ia dizer a verdade? não vale a pena.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
22:20
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
enfim enfim..
-olha, preciso de um favor teu. preciso que fiques comigo hoje à noite que eu não estou bem.
-mas hoje tenho que fazer um trabalho com o x mas pronto, podes ficar lá em casa (...) vamos já para minha casa, podes deixar lá as tuas coisas para não ires agora a tua casa (...) vens comigo às compras? (...) vou fazer isto para jantar, pode ser? (...) vá, nós vamos continuar a fazer o trabalho mas podes ir dormir, podes ir mesmo assim para debaixo dos lençóis, não há problema (...)
mas no fundo isto não é nada e é cada um por si. no entanto há mais de um mês que este nada acontece.
sábado, 21 de novembro de 2015
...
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
tenho uma tendência natural para isto.
- Quero-te e ao mesmo tempo não quero.
- Porquê?
- Porque agora quero mas depois vou-te deixar fodida. Sou assim. E acho que gostas mais de mim do que eu de ti.
- Não fico. Não te preocupes.
(...)
Portanto, ainda estou a processar tudo. Mas acho que sim, vou ficar fodida.