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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

terça-feira, 15 de setembro de 2015

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

e..

e depois há momentos em que, olha,  perde-se o medo, a vergonha, a timidez, a noção do que é certo e errado e afins.. e depois? depois, passados uns minutinhos volta tudo novamente: o medo, a vergonha, a timidez, a noção do que é certo e errado. mas, enquanto não voltam, ah, que maravilha! parece que se apodera de nós uma sensação de coragem misturada com uma sensação de controlo. e esses breves momentos valem a pena. e depois? depois o mal (ou será bem?) está feito e não adianta voltar tudo ao normal porque não há remédio possível.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

21:41

- Hoje falei pela primeira vez sobre ele.

- E então? Isso é estranho?

- É.. Nem sei como não repararam que corei, devia ser porque havia pouca claridade. Também não sei como consegui conter o riso, quando fico nervosa rio-me.

sábado, 25 de julho de 2015

23:45

Uma vez disseram-me: há tempo. Não tenhas pressa, aproveita mas é o que está a acontecer agora. Há tempo, não te esqueças.

Até pode haver tempo, e é bom que haja tempo. Mas aquela ansiedade de querer fazer as coisas e de não querer esperar é tramada. Então querer e não poder fazer nada, ainda pior.

sábado, 11 de julho de 2015

Daquelas coisas.

(...) Acreditar em tudo, já viste? Coisa de loucos. Claro que acredito em ti também. Por isso coragem. O projeto é só um tigre de papel. Mete medo mas não morde. (...)

domingo, 24 de maio de 2015

01:01

- Não te consigo perceber. A sério que não. Podias ter tido tudo, estabilidade, confiança.. Essas coisas.. E fugiste disso tudo. Porquê?

- Tinha que ser, ia acabar por estragar tudo. Bem sabes como sou. Demasiado independente. Sem paciência para tais coisas.

- Sei.. Mas não sentes falta de estabilidade?

- Para ser sincera não. Ainda não encontrei o que quero da instabilidade.

- E que raio queres tu?

- Nem eu sei..

Algures em Setembro

-Queres um abraço? podias ter dito!

(...)

- É melhor este abraço ser mais demorado, não sabemos quando voltamos a estar juntos...

(...)

(e oito meses já se passaram.)

domingo, 12 de abril de 2015

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

21:07

- És sempre a mesma. Ao fim de tanto tempo continuas igual. Não mudas, não cedes, apenas pensas em ti. É incrível. És burra, sabes disso não sabes?
- Sei.
- Então se sabes porque raio não mudas?
- Porque não vale a pena. Ia ser pior, ia ser má. Mais vale parar agora.
- Não te entendo. A sério que não. Afastas sempre quem gosta de ti. É incrível. E sempre a mesma desculpa, de que não és boa pessoa e que não queres magoar e bla bla bla. Bullshit!
- Não. É mesmo verdade isso..
- É? Olha que não sei, não gostas dele?
- Gosto..
- E então?
- Então nada. Não presto nestas coisas, a sério que não. Sou demasiado independente. Ia acabar por o magoar. Além que I'm not girlfriend material.
- Tretas..
- É verdade e sabes disso perfeitamente. Nunca tive nenhuma relação duradoura, nem quero! Não consigo.
- Isso soa mal, sabes disso não sabes?
- Sei and I don't give a shit about it .. Sou assim.
- Tu não és normal..

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

22:48

Das coisas que me deixam de coraçãozinho acelerado e ao mesmo tempo a pensar: wtf!? umas vezes afastado e outras assim? ai a minha vida.. : vou ter que ir embora, sempre que poderes diz algo. beijinho



segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

22:02

Temos que gravar algo os dois :) .. Disse ele. A mensagem ainda se encontra por abrir - maldito facebook que faz com que apareçam as horas a que vemos as mensagens - e por abrir ficará por tempo indeterminado. Porque se abrir algo se vai perder e volto também a perder o controlo deste ciclo. Controlo? Eu disse controlo? Com ele nunca há controlo, não há estabilidade, não há coisas demasiado planeadas. Mas há tranquilidade, tranquilidade no meio do caos que faz com que me deixe de preocupar com as horas. Coisa rara pois estou constantemente preocupada com as horas. E há vida e vontade de viver.
Temos tempo, há tempo. Se não for agora fica para depois.

Algures em Setembro.

- Ainda não posso dizer que tenho saudades tuas.
- Não? Porquê?
- Porque ainda estás aqui comigo.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

20:14

- Estás diferente.
-Estou? Porque dizes isso?
- Porque rele enviou-te uma mensagem no Sábado à noite e só a abriste hoje e nem sequer lhe respondeste!
- Então e depois? Não havia nada para responder.
- Antes abrias logo e respondias sempre, nem que fosse para dizer "está bem". Desta vez não fizeste nada.
- E que me valia responder? Ele ficou em dizer-me algo. Tenho que esperar que ele transforme esse algo em algo concreto. Não fazia sentido escrever alguma coisa.
- Eu sei, mas mesmo assim, antes dizias sempre.
- Já sei disso.
- Mas e quê? Já não sentes o mesmo por ele?
- Sinto e hei-de sentir sempre algo demasiado intenso por ele.
- Então porquê esta alteração no teu comportamento?
- Porque finalmente percebi que não vale a pena insistir nem lhe dar atenção. Quando ele quiser fala comigo livremente. Se não falar e se esquecer paciência. Não quer dizer que tenha deixado de me importar mas tem que ser assim.
- Estás mesmo radical..
- Tem que ser, ele e eu somos demasiado parecidos em certas coisas e esta é daquelas coisas: quanto mais se aproximam pior. É deixa-lo andar e eliminar todas as expectativas.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

21:03

- A sério, não te percebo. Se fosse outro já o tinhas despachado e mandado para um certo sitio. Porque não fazes o mesmo com este?
- Não consigo. Quer dizer, mentalmente já o mandei para uns quantos sítios. Mas sem ser isso não consigo.
- Porquê? Foi pouco tempo, sabias perfeitamente que dele não podias contar com nada, não podias criar expectativas. Sabias perfeitamente isso. Aliás, lembro-me que na altura me disseste que o que aconteceu aconteceu e que não querias saber do que vinha depois, que tinha sido uma cena momentânea.
- Pois disse disse...
- Então que se passou?
- O que se passou é que eu mal o conheci soube que ele era diferente. E tu sabes que o diferente me atrai. Como te explicar isto não sei, foi o meu sexto sentido. Sei lá. No momento em que decidi falar com ele algo fez se modificou. Não sei explicar.
- Txi, isso foi uma cena mesmo típica dos filmes!
- Podes crer que foi.
- Então mas diz lá, porque não consegues deixa-lo para trás?
- Não sei explicar. Éle é diferente e demasiado parecido comigo em certas coisas. Gosto disso.
- Hmm.. Mas porquê?
- Olha, não sei. Gosto e pronto.
- Como gostavas do ...?
- Não, nada semelhante. Gosto dele como nunca gostei de ninguém. Os "gostares" são todos diferentes. O mal foi eu ter permitido que ele entrasse na minha vida e me desorganizasse as ideias todas.

domingo, 30 de novembro de 2014

22:43

- Não gosto de aparecer nas fotografias, raramente fico bem.

- Oh, eu vou-te tirar uma fotografia e vais ficar bem, empresta-me a máquina.
- Vês? Não ficou mal!

- Ficou ficou!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

20:18

- Sabes, acho que o que mais me chateia nem é o facto de não saber nada dele há semanas.
- Então? Pensava que era isso, andas sempre a reclamar que ele não fala para ti.
- Pois, mas hoje estive a reflectir um bocadinho e o que me chateia foi eu ter deixado que ele entrasse daquela maneira da minha vida. Não pensei na distância de segurança, não pensei. Simplesmente isso, deixei-me levar demasiado rápido. Como dizia uma pessoa há uns anos aqui num comentário:


E eu desta vez amolguei, sem saber se era certa ou errada. E o que mais me chateia foi não ter parado e não ter cuidado. 
- Pois, acontece, agora tens é que fazer por esquecer e seguir em frente.
- E achas que não tento? Mas algo assim não se esquece. Não te lembras do Panda? O tempo que demorou? E mesmo o Panda ainda hoje não está esquecido. 
- Mas tens que tentar mais..
- Já tentei, a sério que sim. Tentei da maneira mais vulgar possível, mas comigo isso não funciona. Sentir outro corpo que não o dele contra o meu só me fez/faz lembrar o dele e do que aconteceu. Tem que ser com o passar do tempo e a concentrar-me nas minhas coisas. 
- Mas estás arrependida do que aconteceu?
- Achas? Mesmo sem ele saber fez o que só o Panda até ao momento conseguiu. E coisas dessas, mesmo não indo a lado, são boas.
- Então.. Mas afinal estás chateada por não teres colocado a tal "distância de segurança" mas também não te arrependes de não a teres colocado.
- É, é isso. Eu nestas coisas sou estranha. Restam as memórias.. 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Daquelas coisas que enfim..

- Queres ir morar comigo?

- Ainda nos vamos casar!

- Não namoravas comigo?

(...)

Ora bem, a minha resposta foi não a tudo.. E não, não foi o dito cujo a perguntar..

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

23:11

- Epa, desde que de vez em quando dês noticias tudo bem..

- Eu dou prometo E tu se combinas um dia para vires aqui!
(...)

Enfim enfim.. Demasiados sentimentos.