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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

tem sido assim

divido-me entre a razão, o coração e a inquietude de não ter certezas de nada, de não saber e de apenas ir sentindo.
pela primeira vez acho que entendo quando separam o coração do cérebro. o meu coraçãozinho diz uma coisa, o meu cérebro outra. tenho andado assim dividida.

(yap, sou eu a tocar no vídeo)



quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

é isso..

eu com demasiado álcool, em coimbra para um amigo em comum: eu sei, eu sei que ele é a pessoa que me vai partir o coração. sei isso tão bem. mas estou a aproveitar o momento. e isso agora é que me interessa.

então foi isso.

estive em coimbra de quinta a segunda. foi muito bom. ao mesmo tempo que foi qualquer coisa que nem sei definir. nem é necessário definir. as coisas são como são. e eu não me posso iludir. não posso. sinto demasiado é o que é.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

não há

amor (palavras ditas por ele) mas há por vezes mensagens a dizer bom dia, telefonemas às três e tal da manhã, uma alcunha, uma viagem a londres marcada, dias e noites alternados tanto numa casa como noutra, conversa todos os dias.. mas não há amor..

meu coração não aguenta.

quinta-feira

vou para Coimbra e volto Domingo ou Segunda.. mas que raio ando eu a fazer à minha vida!?

domingo, 1 de outubro de 2017

então..

já não escrevo aqui no blogue faz hoje um mês. faz hoje um mês que estive com o duarte. o duarte. há um mês atrás ainda nem acreditava que estava com ele. passados três anos. tive dias incríveis e assustadores ao mesmo tempo. não há palavras para descrever esses dias e noites. não há. foram demasiadas coisas sentidas. ainda estou a digerir tudo. com ele é assim. e será assim. porque há uma cena inexplicável entre nós.

sábado, 26 de agosto de 2017

três anos.

faz hoje três anos que conheci o duarte. daqueles acasos curiosos e totalmente inesperados. enquanto esperava pelo comboio de regresso a casa. tinha ido por acaso ao porto nesse dia e no regresso conheci o duarte. é músico, eu sou também.
três anos de uma ligação de coincidências, de coisas que nem sei explicar. apenas sentir. raramente me apaixonei na minha curta vida. aliás, acho que o duarte foi apenas a segunda pessoa que isso me aconteceu verdadeiramente. e eu sei lá. tantas coisas sentidas nestes três anos. raramente estamos juntos, aliás, há imenso tempo que não estamos juntos a sério.

das coisas bonitas e inexplicáveis da vida ou do universo, ou seja lá o que for: cruzar-me com o duarte umas duas ou três vezes em lisboa, completamente por acaso.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

ai vida..

o D. mandou mensagem. o D. meu coração não aguenta.
quero arranjar uns dias para ir ter contigo. levo a guitarra e pode ser que dê para criar algo. isto se não houver problema claro. 
meu coração não aguenta.

domingo, 7 de maio de 2017

02:31

uma pessoa disse para eu ir a Cascais, que me mostrava os spots. e eu não sei o que fazer. ou melhor, eu quero ir. mas ao mesmo tempo não quero ter que lidar com o que sentir.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

entretanto

informei a crush que iria estar uns dias sem aceder à net.. com esperança que sei lá, o moço até me pedisse o número de telemóvel ou me desse o dele.. pois sim..nada disso..recebi como resposta: não faz mal..até faz bem uns dias sem net.. a gente vê-se por aí, numa jam..

a sério, músicos são terríveis..

quinta-feira, 20 de abril de 2017

então estamos assim..

quando a crush diz: Lisboa também tem saudades da dama do violoncelo. e logo de seguida diz: um drogado de Santos já perguntou por ti.

domingo, 16 de abril de 2017

sábado, 15 de abril de 2017

sábado, 8 de abril de 2017

not found.

quero um coração de pedra. para não sentir, para não me desiludir. quero um coração de pedra, não quero sentir.

quarta-feira, 29 de março de 2017

em modo twitter 

tenho uma nova crush. prevejo momentos totais de adolescência da minha parte. já começou ontem quando o moço me adicionou no facebook.

terça-feira, 14 de março de 2017

quero um coração de pedra.

acordo e vou ao quarto do f onde estava também o moço, este pergunta se já acordei e eu digo que sim e que me vou embora, tenho fome. digo até logo aos dois e saio do quarto. nisto sai o moço logo a seguir a mim, eu olho para trás ele diz:

então nem te despedes das pessoas?

e nisto dá-me um beijo.