A dois dias de terminar o meu vigésimo segundo ano de vida e, de começar o meu vigésimo terceiro ano, posso afirmar que, realmente, o meu vigésimo segundo ano foi fantástico. Recordo uma conversa que tive há anos com o meu Tio em que lhe disse que pressentia que os meus vinte e dois anos iam ser bons. Realmente foram e espero que o ano que está quase a iniciar seja bom também.
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